O Brecho da Pat agora também é uma lojinha virtual.



Meninas,


O Brecho da Pat além de ser um espaço para desapego agora também é uma lojinha virtual .


As peças de brechó recebem a
tag "Desapego".

Os produtos da lojinha virtual recebem a tag " Loja Virtual".




bjinhos e aproveitem!


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sábado, 31 de março de 2012

O Sapo Fervido

   




    Certa vez um homem quis fazer uma experiência que há muito tempo achava que seria interessante:

Foi até a lagoa, pegou um pouco de água e a colocou em uma bacia de alumínio. Em seguida, capturou um sapo que estava dentro da lagoa e o colocou com muito cuidado dentro da bacia com água do seu próprio habitat. Depois colocou a bacia em cima de uma fogueira pequena e a água foi esquentando lentamente até ferver completamente.

    O nosso sapo não reagiu ao aumento gradual da temperatura (mudança de ambiente) e morreu quando a água estava fervendo. Bem inchadinho e feliz.

    Por outro lado, o homem resolveu fazer outra experiência parecida:
Desta vez, pegou a mesma bacia, com água da mesma lagoa, só que agora ele ferveu primeiro a água e só depois que o sapo foi  colocado dentro da bacia, já na água fervente.

O sapo, tão logo solto na água, salta imediatamente para fora da bacia, meio queimado, mais vivo. Ao perceber que a água estava diferente, tratou de pular fora imediatamente, mesmo com algumas partes queimadas, porém vivo. Ao contrário daquele primeiro que não percebeu as mudanças e morreu escaldado.


"Que tipo de sapo queremos ser: aquele que está atento às mudanças ou aquele que está acomodado com a situação do dia-a-dia, que será fervido e morto sem perceber as mudanças quase sempre sutis que acontecem a nossa volta?" 


Texto retirado do Livro Sementes do bem - Parábolas para semear no seu coração- Vol.2.
 Por " Tio Carlos" 1ª edição , CPC Editora

sexta-feira, 2 de março de 2012

Sobre mim...



"Fui abençoada com um coração meiguíssimo e em contrapartida com um pavio bem curto. Exatamente igual a um vidro: se me jogar no chão, eu quebro...mas se me pisar, te corto."

                                                                           Martha Medeiros

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Reflexão



“O mau, quando se finge de bom, é péssimo.”

                                                      Francis bacon

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Você sabe com quem você está falando????


Vi o vídeo dessa palestra no site Ciclo final e achei bem interessante postar aqui já que o público daqui é completamente diferente do de lá.




Palestra muito esclarecedora para seres com ego inflado que acham que o mundo gira em torno de seus umbigos!






segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Sermão das migalhas

Achei esse texto bastante pertinente com a nossa realidade.
Alguns podem achar que este texto nada tem a ver com o assunto do blog...mas eu realmente me incomodo com essa realidade.

Texto retirado na íntegra da coluna de Rosana Jatobá no G1: http://g1.globo.com/platb/rosanajatoba/


A esta altura você já sabe onde vai degustar as delícias do jantar ou almoço de Natal. E mesmo se estiver longe da familia, vai se dar ao luxo de escolher uma ceia num restaurante ou de dar um pulo no supermercado para comprar os tradicionais peru, tender, farofa e as frutas cristalizadas. Vendo a mesa farta, ladeada pela árvore ricamente decorada, as velas acesas a perfumar a casa, e os presentes à espera dos sorrisos de satisfação..terá a impressão de que em todos os lares cristãos do planeta, há alimento de sobra para o corpo e o espírito.
É que a tal magia do Natal nos anestesia para a dura realidade dos grotões, onde a solidariedade é sazonal e a estupidez reduz o ser humano a objeto.



O número de famintos no planeta está em torno de 1 bilhão, de acordo com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a Agricultura (FAO). Isso significa que um em cada seis seres humanos passa fome. Soco no estômago! É gente que, em sua maioria, habita a África, Ásia e a América Latina, já que no hemisfério de cima, o drama é o oposto. De um lado, mesas abarrotadas e pessoas superalimentadas; de outro, multidões famintas a se baterem por escassas migalhas.
A própria FAO atribuiu o acentuado aumento no número de famélicos a uma combinação da crise financeira internacional e da persistente elevação dos preços dos alimentos. Situações em que nós, pobres mortais de barriga cheia, figuramos como meros telespectadores.
É como bem assevera o cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo P. Scherer:
“ A solução para o problema da fome está menos na roça e nas mãos calejadas dos agricultores do que nos gabinetes e fóruns das decisões políticas, econômicas, financeiras e comerciais. A fome será superada mais pela ponta da caneta do que pelo cabo da enxada”.





Porém, um terceiro fator nos chama à responsablidade imediata: o desperdício nosso de cada dia.
Dados deste mesmo relatório da FAO revelam que um terço dos alimentos produzidos no mundo, cerca de 1,3 bilhão de toneladas anuais, se perde ou é desperdiçado. No Brasil, este índice chega a 40%, algo em torno de 39 milhões de quilos diários de comida.
Os consumidores ricos jogam fora 222 milhões de toneladas de frutas e hortaliças, volume equivalente à produção de alimentos na África. Cada um de nós manda para o lixo 115 quilos de comida por ano.
O descaso começa lá no campo, com o acondicionamento inadequado; segue no transporte, quando chegam nas feiras e mercados; e, por fim, continua em nossa geladeira. Quantas vezes não compramos além do que iríamos consumir?
Pensar em toda a cadeia produtiva do alimento, desde os adubos utilizados, o suor do trabalhador rural até o combustível gasto do campo à mesa, ajuda a despertar a consciência? E refletir sobre as montanhas de lixo que geramos com os restos?
Diante das perspectivas de que os preços dos alimentos continuarão a subir e a produção precisará crescer 70% até 2050 para alimentar os 9,2 bilhoes de pessoas que estarão no mundo nesta época, teremos que quebrar o paradigma comum no Brasil, com relação à cultura do excesso, da abundância, do “é melhor sobrar do que faltar”.
A esta altura estamos tão atarantados com a correria de fim de ano, os balanços das finanças, a ansiedade pelas férias, os projetos para 2012, que é mais do que merecido o banquete natalino.
Em atenção à data peculiar, provemos também do alimento da alma: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome ”
Mas quando a farra gastronômica passar, fiquemos com o exemplo de um outro ser iluminado, a quem reverencio. De acordo com os ensinamentos de Buda, “ A quantidade de alimentos necessária para cada ser humano é aquela que cabe na concavidade de suas mãos unidas”.





Texto retirado na íntegra da coluna de Rosana Jatobá no G1: http://g1.globo.com/platb/rosanajatoba/


Estou longe de ser uma pessoa correta.  Toda semana jogo "quilos" de comida no lixo que se estragou na minha geladeira. Mas acho que começar a pensar nisso já é uma mudança. Quem sabe esse ano eu consiga mudar alguns hábitos?

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